
Essa foi a última parte da cronologia, espero que tenham curtido, eu gostei muito de poder dividir com vocês esses acontecimentos que a mídia não fala sobre. Quero deixar claro que nada aqui foi inventado ou aumentado, eu usei sites confiáveis para relatar esses últimos momentos do nosso querido Kurt. Infelizmente a história dele acabou naquele dia 05 de abril, mas ainda existem muitas questões para serem abordadas e eu continuarei com a série “Suicídio ou Assassinato?”. Em breve escreverei mais coisas sobre esse assunto. Muitas pessoas, assim como eu, acreditam que Kurt foi realmente assassinado e peço a vocês que divulguem o máximo possível esses textos que fiz para que possamos alcançar o maior número de pessoas e lhes abrir a mente para que percebam que a história do casal Cobain não era a fantasia maravilhosa que muitos imaginam. Courtney Love tem participação na morte de Kurt! Abram a cabeça, não acreditem em tudo o que a mídia diz!
Segue uma lista dos sites que usei, e digo para vocês pesquisarem mais, se informarem:
Qualquer dúvida, crítica, etc, já sabem o que fazer, mande uma ask!
Muito obrigada a todos vocês!
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Sexta-feira, 08 de abril de 1994:
#16 (último)
Corpo de Kurt Cobain foi descoberto por Gary Smith, um empregado da empresa Veca Electrical Contractors, em um quarto-estufa acima da garagem, conhecido como greenhouse, às 8:40h da manhã.
Levandowski chegou ao local primeiro, às 8:56h e manteve a cena após Kurt ser declarado morto. O Departamento de homicídios chegou cerca das 10:15h. Os examinadores médicos chegaram às 11:05h, e Dr. Nikolas Hartshorne rapidamente concluiu morte por um ferimento de bala auto-infligido. Às 11:55h, o local foi interditado, o caso foi divulgado para a mídia, como sendo suicídio, sem qualquer preponderância das provas forenses disponíveis!
Grant e Dylan foram mais uma vez a caminho de Carnation à luz do dia, e pararam para abastecer. Dylan fez um telefonema para um amigo, onde foi informado do que estava circulando notícias (CNNMTV) de que um corpo foi encontrado na residência de Lake Washington. Ao voltar para Seattle ouviram no rádio do carro, que o corpo de Kurt Cobain foi encontrado no quarto-estufa.
Grant não tinha conhecimento desse local e questionou Dylan sobre o que é e por que eles não foram lá; “É apenas um quarto sujo [acima da garagem]. Eu acho que eles guardam madeira ou algo assim”, Dylan respondeu.
Durante esse tempo, Grant fez uma chamada para seu escritório, onde ele falou com Ben Klugman. Ele informou a Grant que alguém tinha tentado usar o cartão de crédito de Kurt cancelado recentemente, poucas horas antes de o corpo ser descoberto.
Grant acredita que algo estava errado ao longo de sua participação; “Haviam tantas coisas que simplesmente não se somam, por isso muitas coisas não faziam sentido”. Grant expressou sua preocupação naquele mesmo dia para os detetives. Ele pediu para inspecionar o local do crime e assegurou-lhes que ele era um representante oficial da Sra. Cobain e um ex-policial, mas foi negado seu acesso.
Depois de Grant visitar o local, ele deixa Seattle com destino a Los Angeles.
Courtney voa para Seattle em um jato privado, juntamente com Eric, Rosemary, Frances e Farry Jackie.
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Quinta-feira, 07 de abril de 1994:
#15
Às 2:15 da madrugada de quinta-feira, Grant e Dylan foram à residência de Lake Washington para iniciar uma busca, não só por Kurt, mas provas de que ele havia estado lá recentemente. Como planejado anteriormente Dylan foi primeiro sozinho para não assustar Kurt com a presença de Grant se de fato ele estivesse lá. Dylan voltou depois de algum tempo e informou que ninguém estava em casa, Grant: “Eu quis saber, porque levou tanto tempo já que ninguém estava em casa?”.
De um telefone público, eles ligaram para Courtney, que estava na casa de Rosemary Carroll em Los Angeles. Dylan conversou com Courtney e, a pedido de Grant pediu-lhe para contatar a empresa de alarme para desativar o alarme periodicamente para que eles pudessem entrar na casa. Durante esta chamada Carroll ouviu Courtney dizer para Dylan verificar a estufa - uma afirmação que ambos negam.
Ao retornar para a residência às 2:45h da manhã, eles entraram na casa através de uma janela da cozinha destrancada. Grant registrou a procura por Kurt no seu gravador de bolso para documentar os eventos que poderiam vir a acontecer. Dylan comentou que a casa estava estranhamente limpa, “Eu nunca vi esta casa tão limpa antes”. Eles perceberam uma televisão ficou em ligada em um dos quartos no andar de cima que Dylan disse à Grant que era o quarto de DeWitt. Eles foram embora sem acharem nenhum indício de que Kurt possa ter estado na casa.
Grant deixou Dylan em seu apartamento e voltou para o hotel para dormir um pouco. Grant não percebeu o quarto acima da garagem, pois estava escuro e chovendo e Dylan nunca mencionou sua existência.
Grant pegou Dylan mais tarde naquele dia, e eles continuaram a busca por Kurt em vão. Eles acharam o Dogde Dart de Kurt estacionado em frente a casa de uns amigos.
À noite, eles se dirigiram para a pequena cidade de Carnation, localizado a 30 quilômetros a leste de Seattle, para procurar por Kurt na propriedade localizada lá. Dylan não sabia direito a localização da casa, pois estava escuro e, eventualmente, eles voltaram. Dylan tentou entrar em contato com Courtney de um telefone público para obter mais instruções…
Naquele mesmo dia uma chamada de emergência feita da suíte de hotel de Courtney sobre uma “possível vítima de overdose” no Hotel Península. A polícia, bombeiros e ambulância todos chegaram ao local para encontrar Courtney junto com Eric Erlandson. Courtney foi levada para o Hospital Century City, onde ela foi liberada sob custódia da polícia duas horas e meia mais tarde. Ela foi imediatamente colocada sob prisão por “posse de substância controlada, posse de aparatos de drogas, posse de uma seringa hipodérmica e roubo de um bloco de receitas”. Courtney afirma que ela teve uma reação alérgica ao tranqüilizante Xanax. Courtney foi liberada a tarde após pagar fiança de $ 10.000, e imediatamente deu entrada no Exodus Recovery Centre.
Rosemary encontrou um bilhete na mochila que Courtney tinha deixado em seu apartamento no dia em 06 de abril. ”Escrito na letra de Courtney estavam duas palavras: ‘Ser presa’. É uma das coisas típicas de Courtney, escrever notas para si mesma”. Referindo-se a prisão de Courtney 07 de abril: Carroll, “Ela planejou a coisa toda”.
O livro Heavier Than Heaven afirma que DeWitt já não estava morando em Lake Washington e estava no apartamento de Jennifer Adamson, porque “ele estava com medo de ficar na casa dos Cobain” - você tem que perguntar por que exatamente DeWitt ficou com medo de ficar na casa…?
DeWitt, junto com Jennifer e uma amiga Bonnie Dillard voltaram a Lake Washington ao anoitecer por ordem de Courtney para procurar Kurt. Eles são descritos como apreensivos em sua busca e deixaram a casa o mais rapidamente possível. DeWitt supostamente deixou um bilhete para Kurt.
Algum tempo depois, cerca de 4h da manhã, DeWitt deixa Seattle e se junta a Courtney Love em Beverly Hills.
Às 9:45h, Grant e Dylan retornam à residência Lake Washington, Grant achou o bilhete deixado por DeWitt na escada principal que não estava lá na visita anterior.
Grant armou um cenário em que Dylan, que foi equipado com um gravador, e acompanhado por Mark Lanegan do Screaming Tree, visitaram o apartamento de Caitlin Moore, sob o pretexto de heroína e para saber se Caitlin tinha ouvido falar de Kurt. Ela alegou não ter visto toda a semana.
Nesse mesmo dia o Departamento de Polícia de Seattle teria recebido outra notificação para que fossem a residência de Cobain, quando um telefonema alegando uma perturbação foi aparentemente recebido. Cinco minutos depois, a fonte insiste, e uma segunda chamada é feita, insistindo que o telefonema era apenas uma brincadeira.
Foto 1: Bilhete deixado por DeWitt
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Quarta-feira, 06 de abril de 1994:
Kurt ainda não havia sido localizado. Courtney Love ligou para a empresa de elétrica e pediu para que começassem o serviço pela estufa (mais conhecido com greenhouse), colocando luzes e sensor de movimento.
À tarde, Tom Grant foi ao hotel Penisula e disse a Courtney que iria pessoalmente a Seattle procurar por Kurt, foi somente nesse momento que Love informou ao detetive que Kurt havia sido visto em casa no dia 02 de abril. Um dos amigos de Courtney que estavam presentes no momento perguntou a ela por que não iria também, ela respondeu: “Não posso, tenho negócios a resolver aqui”. Rosemary Carroll, mais tarde, disse que Courtney não tinha para resolver em Beverly Hills. Talvez ela só quisesse se manter à distância do crime, um perfeito álibi.
Às 23:30h, Grant pegou Dylan Carlson em seu apartamento, onde tomaram um café e planejaram uma estratégia para localizar Kurt. Juntos, eles verificadoram o apartamento Caitlin Moore, em Capitol Hill, The Marco Polo, The Seattle Inn e The Crest, hotéis em Aurora (Seattle), onde Kurt havia freqüentado.
Mais tarde, DeWitt ligou para Carlson perguntando se ele tinha visto Kurt…
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Terça-feira, 05 de abril de 1994:
#13
Acredita-se que esta foi a data em que foram contratados os eletricistas para instalarem o sistema de segurança em Lake Washington.
Às 14:50 Grant acredita ter localizado Kurt no The Western Evergreen sob seu codinome favorito: Bill Bailey. Ele se ofereceu para verificar a informação, mas Courtney disse para ele não se preocupar, que ela iria cuidar disso. Mais tarde, ela disse à Grant que ligou para o quarto, mas que não era Kurt… será?
Foi dada como oficialmente a data da morte de Kurt Cobain.
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Segunda-feira, 04 de abril de 1994:
#12
Às 9:00h, Courtney, fingindo ser a mãe de Kurt, Wendy O’Connor, apresentou um relatório de pessoa desaparecida à Polícia de Seattle.
Courtney diz ao detetive Tom Grant: “Todos acham que ele irá morrer”. Mas muitas pessoas que faziam parte do seu círculo intimo nunca imaginaram isso de Kurt, tais como: Joe Mama, Dylan Carlson, Rosemary Carroll, Krist Novoselic, Dave Grohl e muitos psiquiatras do Exodus. Nenhuma dessas pessoas achava que Kurt era suicida.
Nesse mesmo dia, Courtney foi entrevistada por Robert Hilburn do L.A. Times. Durante a entrevista ela começou a chorar, disse que não se importava de Kurt ter desistido do Lollapalooza, e que ela nunca mais queria ver Kurt no chão novamente, se referindo ao episódio de Roma. Hillburg perguntou a Courtney sobre sua letras de música, ela respondeu: “Eu minto, minto e minto”. Hillburg escreveu no artigo que “Courtney claramente gosta de ser uma estrela”. Courtney ainda disse: “Todos gostam de fofocar sobre mim”, ela apontou para um computador Macintosh que estava do outro lado da sala e disse: “Uma das razões que eu comprei isso foi porque eu posso ler sobre tudo o que falam de mim na América Online”.
Como podem perceber, ela não parecia tão preocupada com o marido desaparecido e, segundo ela, suicida. Ela falou sobre ele, mas mudou o assunto para algo mais importante… ela mesma.
Grant continuou a acompanhar o progresso da vigilância em Seattle, na tentativa de rastrear o uso do cartão de crédito cancelado, e começou a ligar para hotéis de Seattle, em uma tentativa de localizar Kurt que poderia ficar hospedado sob um de seus muitos codinomes. Mas nada encontrou.
A polícia acredita que Kurt foi levado para sua propriedade de Carnation por uma mulher em algum momento desse dia que provavelmente passou algum tempo lá, mas não existe nenhuma prova disso.
“Com base em conversas que tive no carro com Courtney, era evidente que ela queria que eu acreditasse que Kurt havia ido para a propriedade de Carnation depois que ele fugiu do centro de reabilitação em Los Angeles e voltou para Seattle”.
Foto 1: relatório de pessoa desaparecida no nome de Wendy O’Connor.
Foto 2: Propriedade Carnation
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Domingo, 03 de abril de 1994
#11
Courtney Love procurou um detetive nas páginas amarelas e acabou por contratar Tom Grant. Grant e seu assistente Ben Klugman encontraram com Love no hotel Penisula naquela tarde. Courtney informou ao detetive que seu marido tinha fugido da reabilitação e que ela estava tentando localiza-lo, ela explicou a possibilidade dele ter ido ficar com Michael Stipe do R.E.M, mas deixou de mencionar que Kurt estava em casa no dia anterior, 02 de abril.
Courtney aparentemente cancelou o único cartão de crédito de Kurt para que ele não conseguisse pegar dinheiro. Grant diz: “Inicialmente nosso trabalho foi entrar em contato com a empresa de cartão de crédito e descobrir onde as atividades estavam ocorrendo e onde as tentativas eram feitas… é mais difícil de rastrear um cartão após o seu cancelamento”.
Grant perguntou se Kurt poderia conseguir dinheiro emprestado com alguns amigos e Courtney disse que não. Eles perguntaram se teria outro jeito e a resposta dela foi que Kurt não conseguiria pegar nem um táxi sozinho e o chamou de inútil.
No encontro com os detetives, Courtney estava furiosa com Kurt por ter desistido de participar do festival Lollapalooza e por perder cerca de 9 milhões e meio de dólares. Ela ainda comentou: “Se meu marido não quer o dinheiro, ele poderia fazê-lo por sua filha Frances”. Ela também mencionou o fato de Kurt querer o divórcio e comentou sobre o acordo pré-nupcial: “Todas as casas e bens estão no meu nome”.
Courtney havia dito para os detetives que não sabia onde Kurt se encontrava, mas também não mencionou que o marido estava em casa no dia anterior. Ela pediu a eles que vigiassem um apartamento onde vendiam drogas e outros lugares onde Kurt provavelmente poderia aparecer, mas nunca os disse para o procurarem em sua própria casa.
Os detetives contrataram uma firma de detetives particulares em Seattle para realizar essas vigilâncias.
John Silva e Sara Hoehn viram Kurt nesse dia.
Foto: Det. Tom Grant
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Sábado, 02 de abril de 1994:
#10
Kurt chegou ao aeroporto Sea-Tac em Seattle às 00:47h onde foi visto distribuindo alguns autógrafos. Linda Walker, uma motorista de serviço de limusine, estava a espera de Kurt que já tinha ligado para a empresa pedindo para ser pego no aeroporto. Ela o deixou em casa por volta da 1:30 da manhã.
Michael “Cali” DeWitt estava na residência de Kurt com sua namorada Jéssica Hopper. Ele contou a policia que acordou por volta das 6:00h e encontrou Kurt sentado em sua cama, onde conversaram um pouco antes de Kurt sair. DeWitt disse, em seu depoimento, que contou isso para Courtney nesse mesmo dia pelo telefone enquanto ela estava no Hotel Penisula, em Beverly Hills confirmando que eles estavam em freqüente comunicação.
Às 7:30h, um taxista da empresa “Gray Top Cab” pegou um homem no endereço da casa de Kurt, Lake Washington Blvd:
“O motorista pegou a pessoa, a qual ele achava que não parecia nem um pouco com um morador daquele lugar. A pessoa queria comprar balas de espingarda, mas não conseguiu achar. Esse homem disse para o motorista que ele tinha sido recentemente roubado e precisava de balas. Às 8:30h o motorista deixou o homem perto da 145th com Aurora porque ele disse que estava com fome e queria comer algo. O homem gastou $27 dólares”. A pergunta é: o taxista não reconheceria Kurt Cobain, o “produto” mais famoso de Seattle?
Mais tarde naquela noite, Courtney implantou uma história na imprensa de que ela tinha tido uma overdose e estava no hospital. A intenção, aparentemente, era chamar a atenção de Kurt para que ele entrasse em contato.
Foto: Último autógrafo de Kurt.
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Sexta-feira, 01 de abril de 1994:
Às 11 horas da manhã, Kurt recebeu a visita de Frances e sua babá, Jackie Farry no Exodus. Kurt brincou com a filha durante uma hora e depois a babá e Frances foram embora. À tarde, Cobain recebeu a visita de dois amigos, Pat Smear e Joe “Mama” Nitzburg. Joe disse: “Eu esperava vê-lo parecendo uma merda e deprimido. Mas ele parecia muito bem!”.
Registros do hotel em que Courtney estava hospedada em Beverly Hills, mostram que ela ligou para o telefone privado de Kurt treze vezes nos dois dias que ele permaneceu no local, mas Courtney disse a Tom Grant que só falou com Kurt uma vez nesse dia.
Voluntariamente, Kurt deixou a clínica de reabilitação por volta das 19:00h. Ele comprou uma passagem de volta para Seattle para aquela mesma noite, pagou $478 com seu cartão de crédito, o mesmo que Courtney mandou cancelar posteriormente.
Às 20:47h, Kurt telefonou para Courtney e deixou uma mensagem: “O telefone de Elizabeth é 213-###-###”. Tom Grant, o detetive diz que sabe quem é Elizabeth, seu sobrenome é Peyton, e sua significância no caso é crucial para saber o que Kurt estava fazendo no tempo em que saiu da reabilitação até pegar o vôo para Seattle. Courtney nunca mencionou essa ligação do marido.
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Quarta-feira, 30 de março de 1994:
#08
Kurt e seu melhor amigo, Dylan Carlson, foram até a Stan Baker Sports e compraram um espingarda modelo Remington M11 calibre .20 semi-automática de carga leve por $308,37. Esse é o modelo que os vendedores recomendam para proteção, já que não as balas penetram na parede. Kurt levou a arma para sua casa e estaria lá quando ele voltasse da reabilitação a que ele foi convencido a fazer devido à intervenção do dia 25.
A arma era de procedência duvidosa e não contava com papéis legais, o motivo de comprar dessa respectiva espingarda é que poderia ser adquirida no momento. Geralmente, uma arma de fogo só é entregue ao comprador 2 ou 3 dias depois da encomenda para que se possa fazer um cadastro legal da arma e do comprador.
A espingarda foi comprada no nome de Carlson que diz: “Ele queria que eu comprasse porque os policiais tinham confiscado todas suas armas recentemente e ele não queria que levassem de novo se arma estivesse em seu nome”. Kurt ainda comentou com Dylan seu medo de invasores em sua casa: “Arma é proteção. Eu não tenho guarda-costa. Nós vemos todas essas pessoas serem assaltadas ou assassinadas. Eu não sou do tipo atlético. Eu não seria capaz de parar um intruso sem uma arma”.
Vale lembrar que Carlson estava na intervenção ocorrida a apenas 5 dias atrás. Ele disse a Tom Grant que ele não acreditava que Kurt era suicida, ou não teria concordado em comprar uma arma para Cobain.
No mesmo dia, Kurt iria viajar para Los Angeles, onde começaria um programa de reabilitação na clínica Exodus Recovery. Aparentemente, quando chegaram no aeroporto, Kurt percebeu que as balas, que comprou junto com a arma, ainda estavam consigo, sabendo que não seria possível entrar no aeroporto com elas, ele entregou a caixa de balas para o motorista da limusine que o levou até o aeroporto, Harver Ottinger e pediu que levasse de volta para sua casa, mas Ottinger nunca o fez.
Chegando em Los Angeles, Kurt foi pego por Pat Smear e um empregado da Gold Moutain, Michael Meisel e levado para o Exodus onde começou a desintoxicação em um programa que deveria durar 28 dias.
Foto 1: Recibo da compra da arma
Foto 2: Stan Baker Sports
Foto 3: Remington M11 calibre .20
Clique no link no nome de Harver Ottinger para ler o que ele disse sobre o episódio.
